blogINDIE 2006


FLUXUS NO AR!

Ufa! Conseguimos! Colocar o FLUXUS no ar ainda em 2006. Foi uma missão daquelas, mas lá estão os filmes da competição. Para quem não conhece o FLUXUS é um festival de cinema de curta duração totalmente online no qual o público pode assistir e votar naquele que mais gostou. Além disso, um júri especializado escolhe o melhor em cada categoria. Este júri também assiste pela Internet e depois se encontra em um chat online mediado por mim. Vamos anunciar o júri dia 15 de janeiro. O legal do júri online é que posso convidar curadores e artistas de vários países que vão assistir aos trabalhos de onde estiverem, isto cria uma grande visibilidade para os novos diretores que terão seus trabalhos observados por especialistas. O FLUXUS está criando há mais de 6 anos, uma comunidade virtual em torno de artistas do audiovisual, muitos deles voltam a inscrever seus trabalhos, e como mantemos o acervo é uma oportunidade do filme ser visto e revisto. Descobrimos várias possibilidades de criação em cinema em países como a Lituânia, Estônia e Hungria ou seja não ficamos restritos ao que já conhecemos, a cada ano são mais de 400 filmes inscritos, de todo o mundo. Além disso, o trabalho do Fluxus não termina aí, depois da competição, montamos um dvd TOUR que fará a itinerância por vários países em festivais e centros de arte e cultura. Em 2006, o Fluxus foi para França, Portugal, México, Lituânia, Polônia e vários eventos no Brasil.

O FLUXUS é um festival único. Segue mais informações sobre a competição atual.

"Com 38 filmes, vindos de 15 países, o Fluxus 2006 apresenta uma nova geração de diretores, ao mesmo tempo em que traz nomes consagrados, e muitas idéias originais. Apresenta produções originalmente realizadas em película (35mm, 16mm, Super-8), vídeos digitais, flashs e filmes feitos com câmeras de celulares, e traz obras de ficção, documentários, video-arte, experimentais e animações. É o espaço para o novo audiovisual autoral, independente e criativo na web.

O FLUXUS apresenta três categorias competitivas e até o dia 19 de fevereiro o público pode votar e escolher o Melhor Filme pela Escolha da Audiência. Na categoria E-CINEMA estão os 16 filmes de ficção, documentários, experimentais e vídeo-arte. Nesta categoria, o cinema em sua significação mais ampla, tanto realista como poético, tanto conceitual como narrativo. São 16 filmes vindos da Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Hungria, Índia, Inglaterra, e Romênia. Traz entre seus destaques o último vídeo do renomado videoartista Seoungho Cho ("Show Your Tongue"); uma nova geração de diretores orientais como Jun Ho Oh ("The Place You Left") e Jimmy Cheng ("Blood Ties"); além filmes brasileiros como dos diretores Pedro e Paulo Vilela ("O Lago"), Marina Weis ("A Secreta Obscenidade de Cada Dia") e Carlos Magno e Chico de Paula ("Kalashnicov").

Na ANÉMIC são 14 animações e uma grande diversidade de temas - a vida, a guerra, a existência, a morte, a música - e de técnicas como Flash, 3D, stop motion, colagem e desenho tradicional. Há produções dos Estados Unidos, Estônia, França, Holanda, Inglaterra, Itália e Brasil. Os franceses estão entre os destaques como Joris Clerté ("Ce que je suis" e "À Tort ou à Raison") e Stéphane Berla ("Café Bouillu"), assim como, há também a animação em 3D de Youngwoong Jang ("Mirage"), o Flash premiado do italiano Hermes Mangialardo ("Blow"), e o poético trabalho de Keng-Ming Liu ("Travel Diary").

O FLUXUS 2006 traz também a nova categoria CINEMOBILE dedicada a apresentar filmes feitos com câmeras de celulares. Foram selecionados apenas trabalhos que fugissem do uso banal desse novo aparato tecnológico e propusessem alguma investigação para a linguagem deste meio. Estão na competição 8 filmes, com duração de poucos minutos ou de alguns segundos, que foram feitos totalmente ou parcialmente com câmeras de celular, com ou sem edição. Destaque para o filme alemão "Hong Kong Showcase" de Michael Brynntrup; para a série proposta pela inglesa Jess Loseby em "Handbag Surveillance – Oxford Street", e para o premiado trabalho da brasileira Consuelo Lins, realizado na França, "Leituras". Há ainda obras de uma reconhecida geração de videortistas brasileiros como Lucas Bambozzi (série "Panorâmicas Contidas), Clarissa Campolia ("Onde você Está?") e André Amparo ("Toró")."


É isto aí, assista o que puder, vote e me diga o que vc mais gostou.

** Imagem acima do filme de animação BLOW.

(Francesca Azzi)
  INDIE    quinta-feira, dezembro 21, 2006
 
 
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