blogINDIE 2006



Chance única: United Red Army de Koji Wakamatsu

Há filmes que são exibidos uma vez na vida e outra na... Bem, talvez seja mesmo a única chance de assistir a este filme de 3 horas, último de Koji Wakamatsu, de 2007.

Esta história não foi contada oficialmente, e na verdade sabemos quase nada sobre os estudantes, esta força revolucionária japonesa, suas causas, e o papel do Exército Vermelho.

Uma curiosidade de festival: como a cópia não tem legendas em outra língua, a legendagem eletrônica será acompanhada de intérpretes, quase uma performance ao vivo de Alexandre Souto, Ayako e Pedro. Boa sorte pra eles!

É agora ou...

UNITED RED ARMY
HOJE, DIA 11/11
CINESESC
Rua Augusta 2075
As 20:45
R$3,00 (estudante)
  Francesca Azzi    terça-feira, novembro 11, 2008    11 comentários
 
 



Muito pop & muito indie


Enquanto no Indie 08 São Paulo rola os filmes do Wakamatsu naquela beleza pura dos 35mm (os filmes da Wakamatsu Production mais antigos estão preservadíssimos e as cópias estão maravilhosas), outros filmes que chamo de "little indie films", estão lá no festival, no Cinesesc, causando certo alvoroço. Foi assim ontem, domingo, a sala cheia para ver o Sonic Youth: Dormindo Noites Acordadas, produzido pelo Projeto Moonshine e com os fãs do ator Robert Pattinson no filme How to be/Como Ser (gente, juro que quando selecionamos este filme eu não sabia que o cara tinha tantas fãs no Brasil).

Bem, mas logo na hora dos fãs, o filme não rodou! Parece até brincadeira. Mas foi um problema técnico. Enfim a sessão foi remarcada no calor da hora para o lugar de Uma Banda de Um Homem Só. Amanhã, dia 11, as 15:30h que foi exibido no lugar. Mas não é que também o público de Uma Banda reclamou... É o poder dos pequenos filmes pops? Para não deixar ninguém sem assistir a estas pequenas pérolas, faremos sessões extras na quinta, dia 13 ( olha só, o Indie acaba dia 12, que pena!!). Então ficou assim:

Dia 11 - Terça-feira
15:30 Como ser

Sessões Extras

Dia 13 - Quinta-feira
13h30 - Como ser
15h00 - Uma banda de um homem só

Tinha falado num post anterior que este filme Como Ser era a cara do público do Indie em BHZ, mas acho que na verdade ele atrai um público ainda bem mais jovem que o do Indie. O filme é uma comédia e conta a história de um carinha muito atrapalhado e deprimido pelos conflitos da idade, mas apesar da presença do Pattinson é um filme bem alternativo, com alguns momentos divertidos. Alguns adultos no Indie BH não gostaram, enquanto o público mais jovem lotava a sala e gargalhava. São nichos, enfim, interessantes.

Uma banda de um homem só é um documentário, não tem nada a ver com Como ser, mas também trata de um tema muito peculiar e muito interessante: a solidão dos músicos.
Como um dos personagens a seguir no trailer do filme:



Então, mais uma chance para os indies & pop!
  Francesca Azzi    segunda-feira, novembro 10, 2008    2 comentários
 
 


O fantástico The Embryo de Koji Wakamatsu, hoje à noite, no Cinesesc









O EMBRIÃO CAÇA EM SEGREDO
(The Embryo Hunts In Secret/Taiji ga mitsuryosuru toki)
Japão, 1966, 72 min.
Versão original com legenda eletrônica em português.
Cinesesc, as 21:40h, sábado, dia 08.
ou às 19:20, na quarta, dia 12.

Veja nas imagens do filme, a estética da violência em Wakamatsu.












O Indie segue em São Paulo até dia 12/11.

Veja a galeria de fotos dos filmes do Indie 2008 São Paulo, no UOL aqui.

Leia críticas de Go Go, Second Time Virgin, Segredos por Trás da Parede, Êxtase dos Anjos do Koji Wakamatsu por Sérgio Alpendre do Cineclick.
  Francesca Azzi    sábado, novembro 08, 2008    3 comentários
 
 


Escutando KOJI WAKAMATSU
Retrospectiva Indie 08 SP

Não é tão fácil escutar a voz de diretores como Koji Wakamatsu. A distância física pode ser um fator dificultador e também a língua, já que não falamos japonês. Para sua Retrospectiva no INDIE 2008 (CINEMA RADICAL: KOJI WAKAMATSU), ele estava disposto a vir ao Brasil, a dar entrevistas, mas infelizmente por causa do curto tempo, não foi possível. Ele, que já está com 72 anos, parece ser uma pessoa muito disponível para falar sobre seu trabalho, mas o tempo não estava do nosso lado, e precisávamos de mais tempo, mediadores e intérpretes.

Então para ouvirmos um pouco a voz de Wakamatsu, traduzimos aqui no blog a entrevista que deu para o site especializadíssimo em cinema japonês e asiático, Midnight Eye. Koji tinha acabado de lançar seu último filme, United Red Army em 2007.


INTERVIEW: KOJI WAKAMATSU
Extratos retirados do site MIDNIGHT EYE por TOM MES
Tradução: Eduardo Cerqueira

Koji Wakamatsu não precisa de grandes apresentações. Mas se os primeiros trabalhos deste pioneiro dos pink films conquistaram um lugar no panteão, é menos sabido que ele continua a fazer filmes que tocam na úlcera da história do Japão do pós-guerra. Seu último épico, United Red Army (Jitsuroku Rengo Sekigun: Asama Sanso e no Michi), é um filme cativante, que em mais de três horas reconta os últimos dias do famoso grupo terrorista Asama-Sanso, preenchendo alguns espaços da história que nos foi oficialmente contada.

ME >> Você foi e voltou para a Europa várias vezes ao longo dos últimos dezoito meses ou mais, o que me surpreendeu, pois eu me lembro que você costumava ter dificuldades em obter vistos para alguns países.
WAKAMATSU || Sim, isso foi por causa das minhas várias estadias na Palestina. Eu me lembro de uma vez que eu vim à França para filmar um vídeo musical. Nós chegamos no aeroporto de Orly e cada membro da equipe e todos os nossos equipamentos foram liberados pela alfândega, com exceção de mim. Eles me pararam, me levaram ao aeroporto Charles de Gaulle e me colocaram num avião direto de volta para a Tóquio. Primeiro eles descobriram os US $ 50.000 em dinheiro eu estava levando. Em seguida, verificaram em seus computadores que eu tinha laços com o Exército Vermelho, então eles logo suspeitaram que eu estava indo entregar todo este dinheiro para os membros do Exército Vermelho. Eles só começaram a me escutar quando eu consegui um intérprete e expliquei a eles que eu era um cineasta, e que eu tinha produzido O Império dos Sentidos.

Estes dias, com a União Européia, tem ficado mais fácil. Agora nesta viagem eles sequer examinaram meu passaporte adequadamente. Mas é verdade que eu ainda não consigo entrar no EUA, na Rússia e na Austrália até hoje. Fora esses três países basicamente eu posso ir para onde eu quero.

ME >> Qual é a sensação de ver O Embrião Caça em Segredo encontrar um novo e interessado público depois de tanto tempo?
WAKAMATSU || Ninguém levou a sério o filme depois que eu o fiz. A maioria das pessoas disse que era bastante medíocre, de fato. Levei cinco anos para realmente lançá-lo no Japão. Foi o tempo que levou para as pessoas entenderem o que estava em jogo. No filme eu falo sobre a relação entre poder, aqueles que estão no poder, e as pessoas, mas eu faço isto por meio do relacionamento entre um homem e uma mulher. Eu não abordo nenhuma das questões políticas diretamente, mas estou certo que a maioria dos espectadores vai compreender o que filme está tentando dizer. Você poderia dar ao filme uma leitura mais filosófica se você estiver inclinado a isso, mas não é um filme difícil nem complicado. Eu quis falar sobretudo sobre política, mas sem julgar o que é certo e o que está errado.

ME >> Na década de 1960, O Embrião Caça em Segredo dos causou um bocado de escândalo em um festival na Bélgica. Naquela época você disse que as pessoas entenderiam o filme melhor no futuro. Parece que você estava certo.
WAKAMATSU || Isso é verdade, eles até atiraram ovos crus na tela. Algumas pessoas tentaram até parar a projeção, por isso havia aquela multidão gritando em frente da tela. Depois, tinham outros que queriam ver o filme e eles começaram a lançar os ovos nos que protestavam. Yoko Ono estava também nesse festival, com seu filme sobre cem bundas de mulheres. Ela era tão pobre que me pediu para deixá-la dormir no meu quarto do hotel. Para me agradecer, ela me deu um pouco de maconha. Eu descobri maconha graças a Yoko Ono.

ME >> Como é que você percebe esse incidente, você como um cineasta que gosta de provocar seu público e espera obter uma reação por parte deles?
WAKAMATSU || Eu pensei que era melhor ter um distúrbio como esse, com duas opiniões muito polarizadas, do que de ter uma onde todos concordavam. Consenso é chato. Foi realmente fascinante ver reações tão diversas. Quando vejo agora como as pessoas reagem ao meu novo filme United Red Army sobre o Exército Vermelho, onde todo mundo acha apenas "interessante", devo confessar que me sinto desapontado.

ME >> É verdade que ninguém mais atira ovos nas telas de cinema, mas um assunto delicado como o Exército Vermelho não provoca mais reações fortes?
WAKAMATSU || Todos os diretores e produtores no Japão esperam receber financiamento por parte do Ministério da Cultura. É lógico que eles devem seguir as orientações do ministério, mas isso leva a filmes chatos. Em breve não haverá mais filmes como os meus no Japão. O dinheiro desse fundo sai do bolso dos contribuintes, mas a comissão que toma a decisão de apoiar projetos é composta por várias figuras da indústria: diretores, produtores, roteiristas, etc. Eu os chamo de analfabetos, porque eles não sabem como ler um roteiro, eles não têm a menor idéia como dois diretores podem ter visões completamente diferentes de uma mesma história ou assunto. Estes membros da comissão são fantoches do ministério. Eles usam o dinheiro do povo, mas eles agem como se o dinheiro fosse deles.

Eu sou membro do Director`s Guild of Japan. Meus colegas na organização tinham ouvido dizer que eu estava fazendo um filme sobre o Exército Vermelho, e me disseram que realmente queriam vê-lo. Então eu organizei uma sessão especial, mas eu disse que eles tinham que pagar o ingresso. Fora Sogo Ishii e uma meia dúzia de outros, a maioria recusou. Esses caras são idiotas, parasitas. Eles são inúteis e eu tenho toda a intenção de continuar minha luta contra elas.

ME >> Nesse tipo de clima, quais são seus planos para o seu filme United Red Army?
WAKAMATSU || Eu mesmo vou distribuí-lo e cuidar de todos os aspectos promocionais. Ele será exibido em um cinema em Tóquio. Em Nagoya vou mostrá-lo no meu próprio cinema até março de 2008 pelo menos. Depois vou rodar o país. Nós temos salas em Osaka, Kyoto, Hiroshima, Okayama, Sapporo e Niigata já marcadas. Uma vez que você consiga um sucesso em cinemas menores, os multiplexes começam a mostrar o interesse. Isso foi o que aconteceu com O Sol, o filme de Aleksandr Sokurov sobre Hirohito. Ele fez 300 milhões de ienes desta maneira, começando em um pequeno número de pequenos cinemas.

Eu quero que o povo japonês veja este filme. Quem se lembra daquele período certamente será tocado por ele, mas eu quero que os jovens o vejam acima de tudo. O filme fala sobre os anos entre 1960 e 1972, coisas que realmente aconteceram. As crianças não sabem sobre essas coisas, porque elas não são tratadas nos livros escolares. Na década de 60, em todo o mundo, aconteceram grandes eventos: os assassinatos de Kennedy e Malcolm X, a Guerra do Vietnã, maio 68, Mao na China. Em Tóquio, tivemos os motins Shinjuku, quando os estudantes pararam o transporte de material destinado para o exército dos EUA no Vietnã. Alguns desses jovens acabaram indo para a Coréia do Norte, outros feridos na Palestina, e os que ficaram para trás formaram o Exército Vermelho. Eles se reuniram em uma montanha, que se tornou o famoso caso Asama-Sanso. É uma história simples, eu acho, mas eu queria gravá-la e dá-la aos outros. Eu vi o filme The Choice of Hercules, dirigido por Masato Harada. O que ele mostra é completamente errado. Filmes têm o poder de influenciar as pessoas, e eles vão acreditar que isso é o que realmente aconteceu. Eu quis apresentar o meu olhar sobre a história, e é por isso que eu coloquei todo o meu dinheiro nesse filme. Eu hipotequei minhas duas casas e gastei mais de 100 milhões de ienes. Mas eu vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para fazer este filme render, pelo menos, dez vezes esse montante.

ME >> Você acredita que filmes ainda são um meio eficaz de formar os jovens?
WAKAMATSU || Quando falo de cinema não estou falando de educação. Estou apenas contando a verdade. Filmes são entretenimento, mas isso não nos impede de dizer a verdade através deles. Se você está atrás de lucro, há outras maneiras de ganhar dinheiro do que fazer filmes. Eu tento, pelo menos, permanecer fiel quando faço meus filmes. Além disso, um verdadeiro cineasta não faz filmes a partir do ponto de vista dos que estão no poder. Para mim, essa é uma regra fundamental: vocês têm de fazer filmes a partir da perspectiva dos fracos. Tome Akira Kurosawa, por exemplo. Seus filmes eram sistematicamente sobre o oprimido.

ME >>Você acha que você teve uma influência sobre os jovens realizadores de hoje?
WAKAMATSU || Há muitos diretores que viram meus filmes quando eram estudantes e, em seguida, decidiram começar a fazer seus próprios filmes, porque eles sentiram que podiam fazer pelo menos tão bem. Antes de eu começar a filmar, você tinha que ter um diploma para se tornar um diretor. O único lugar que eu estudei foi em um colégio no interior onde eles te ensinavam a ser um agricultor. Minha carreira inspirou uma grande quantidade de jovens que caso contrário nunca teriam sonhado se tornar cineastas à moda antiga.
  Francesca Azzi    quarta-feira, novembro 05, 2008    2 comentários
 
 


Retrospectiva Indie 08 SP

Cinema de Koji Wakamatsu sai do limbo e chega ao Brasil

O limbo é um lugar mítico, bíblico, mas o termo é comumente usado para designar o lugar da não memória, do esquecimento. Não há como esquecer aquilo que não conhecemos, e coisas que continuam desconhecidas parecem estar jogadas neste lugar do desinteresse. O limbo pode ser um verdadeiro inferno para o conhecimento, se for este o lugar do inacessível. Mas lá estão almas boas. Koji Wakamatsu é uma destas almas que são excluídas do nosso escopo. Por que será? Porque um diretor que tem mais de 100 filmes produzidos no Japão, que participou de dezenas dos principais festivais internacionais, que foi polêmico ao extremo, sendo muitas vezes censurado em países estrangeiros, nunca viu sua obra exibida no Brasil? A exibição de seis filmes inéditos deste diretor dentro da mostra INDIE 08 em São Paulo intencionam fazer conhecer um pouco da obra deste artista.

Koji Wakamatsu nasceu em 1936, em Wakuya, Japão. Entre 1963 e 1965, dirigiu 20 filmes do gênero, virou um dos mais célebres diretores dos pinku eiga, ou pink films, os filmes eróticos de baixo orçamento típicos do Japão. Por muito tempo, um dos segredos mais bem guardados do país, os pink films, não eram distribuídos para outros países, traziam os tabus, fantasias e fetiches sexuais daquela sociedade, mantendo as dualidades proibido/permitido, sexo/política, perversão/violência e criando regras: nada de sexo explícito e nu frontal, principalmente, masculino, claro.

Wakamatsu, no entanto, sempre acrescentou elementos estéticos, políticos, radicais, indo muito além de ser apenas um diretor tradicional de filmes pink. Aliás, nada é tradicional em Koji. Ele é antes de tudo um anarquista de bem com a arte de fazer cinema. Basta assistir e ver os planos elaborados, belas músicas, a fotografia, a explosão da violência do desejo e da guerra.

Sua liberdade criativa foi impulsionada por um escândalo. Em 1965, o Festival de Berlim seleciona “Segredos por Trás da Parede” e cria um problema diplomático. Como um filme de essência pinku eiga sai do Japão e é exibido representando o cinema do país na Europa? A partir daí, o diretor cria a Wakamatsu Productions e realiza livremente e freneticamente mais de 100 filmes.

O primeiro filme da sua nova produtora é “O Embrião Caça em Segredo”, de 1966, Wakamatsu gosta de citá-lo como um dos seus favoritos, trata da essência do poder numa relação entre um homem e uma mulher. “Go Go Second Time Virgin”, de 1969, um cult, filmado no telhado da sua produtora, com uma trilha sonora especial, e ”Êxtase dos Anjos” (1972), um filme provocativo e exemplar de como Wakamatsu explora sexo e radicalismo político, são marcos da parceria dele com Masao Adachi.

Da sua produção mais recente, bem mais política e crítica à sociedade japonesa, será exibido o lírico “Crônicas de Bicicleta: Paisagens Que O Menino Viu” (2004) e seu último filme “United Red Army”, que resgata em mais de 3 horas - utilizando imagens de arquivo, reconstituição e ficção - um importante momento da militância terrorista no Japão.

Conhecer os filmes de Koji Wakamatsu é descobrir a obra de um cineasta que vive produtivamente a margem dos mercados, impérios, tendências, é conhecer a obra de um homem sem medo, livre.

Na programação do INDIE 2008 SP (clique abaixo e leia as sinopses e consulte os horários),serão exibidos, no CINESESC, todos em 35mm, com legendas eletrônicas:

SEGREDOS POR TRÁS DA PAREDE (Secrets Behind the Wall/ Kabe no naka no himegoto)
EUA/Japão, 1965, 80 min.

O EMBRIÃO CAÇA EM SEGREDO (The Embryo Hunts In Secret/Taiji ga mitsuryosuru toki)
Japão, 1966, 72 min.

GO, GO SECOND TIME VIRGIN (Yuke yuke nidome no shojo)
Japão, 1969, 66 min.

ÊXTASE DOS ANJOS (Ecstasy of the Angels/ Tenshi no kôkotsu)
Japão, 1972, 89 min.

CRÔNICAS DE BICICLETA: PAISAGENS QUE O MENINO VIU (Cycling Chronicles: Landscapes The Boy Saw / 17-sai no fûkei - shônen wa nani o mita no ka)
Japão, 2004, 89 min.

UNITED RED ARMY (United Red Army/ Jitsuroku rengô sekigun: Asama sansô e no michi)
Japão, 2007, 190 min.


Indie 2008 SP – Mostra de Cinema Mundial
Data: de 6 a 12 de novembro
Dia 06 - abertura apenas para convidados com o filme "Go GO Second Virgin", de Koji Wakamatsu.
Local: Cinesesc (Rua Augusta 2075)
Ingressos: R$ 6,00 (inteira), R$ 3,00 (estudante e idosos), R$ 1,50 (Trabalhador do comércio e serviços matriculados e dependentes).
Informações: 11 3087-0500 | www.indiefestival.com.br | www.sescsp.org.br
Realização: SESC SP e Zeta Filmes

(Colaborou neste texto: Daniella Azzi)
  Francesca Azzi    terça-feira, novembro 04, 2008    6 comentários
 
 
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